Amiga tão amada, que honra ter inspirado essa reflexão. Você é simplesmente genial e tão sensível. Se tem uma só coisa que tenho saudade do passado, é de uma época com menos responsabilidades quando eu e você podíamos gastar uma tarde e noite juntas papeando da vida. Te amo! Obrigada! E “Um café pingado com angústia existencial” é genial. Já poderia ser o título de um livro de aforismos seus!
Meu amor, quando li tua newsletter, não consegui responder à altura. Daí deixei isso guardado aqui. Também sinto falta desse outro tempo. Acho que ele ainda volta ;) Gracias por la vida!
"Nunca passa rápido. Nunca passa sem as palavras." - você disse tudo, Ana. Por isso, precisamos de letramento emocional. Não sabemos sequer nomear os mais triviais sentimentos (ou sensações, percepções, emoções). :)
Ai Ana, como precisava nomear esse pequeno demônio! Faz tempo que não nos vemos, me envia, se puder, seu endereço postal, gostaria de te enviar meu livro e sigo aqui lendo suas anacrônicas.
Amiga tão amada, que honra ter inspirado essa reflexão. Você é simplesmente genial e tão sensível. Se tem uma só coisa que tenho saudade do passado, é de uma época com menos responsabilidades quando eu e você podíamos gastar uma tarde e noite juntas papeando da vida. Te amo! Obrigada! E “Um café pingado com angústia existencial” é genial. Já poderia ser o título de um livro de aforismos seus!
Meu amor, quando li tua newsletter, não consegui responder à altura. Daí deixei isso guardado aqui. Também sinto falta desse outro tempo. Acho que ele ainda volta ;) Gracias por la vida!
"Nunca passa rápido. Nunca passa sem as palavras." - você disse tudo, Ana. Por isso, precisamos de letramento emocional. Não sabemos sequer nomear os mais triviais sentimentos (ou sensações, percepções, emoções). :)
Abel, que expressão perfeita, "letramento emocional". Não a conhecia, é exatamente isso. Muito obrigada pelo comentário lindo
Belo texto. Sustentar a melancolia. Gostei da imagem do demoninho. “Pois o tempo é o ingrediente essencial. Mas no mundo moderno, não há tempo.”
A Rachel Carson é maravilhosa, Rodrigo. Que bom vc ter curtido ☺️
Adorei, Ana. Me pegou procurando nome para uns demoninhos também. <3
ahaha, está aberta a temporada! 🤓😘
Lindo texto! Em Brasília essas coisas acontecem menos (espero que não aconteçam mais)
Acontecem menos sim, Fabi querida. Beijo para ti 💐
Ana, acho que você também é poeta! Senti falta de te ler aqui:) um abraço apertado com saudades!
Obrigada, Dani! Estou em falta. Vamos ver se, em outubro, escrevo mais 🧡
tentar nomear ou traduzir os sentimentos é uma boa forma de lidar com eles. melhor ainda quando feito com a delicada verve observadora dos poetas.
Obrigada, Pedro! Faltou só a fatia de panetone ;)
Ai Ana, como precisava nomear esse pequeno demônio! Faz tempo que não nos vemos, me envia, se puder, seu endereço postal, gostaria de te enviar meu livro e sigo aqui lendo suas anacrônicas.
Leusa querida, claro que envio! Que honra ser lida por você, tenho muita admiração por seu trabalho <3
Li seu texto e me senti completamente envolvida. Me fez pensar no quanto precisamos aprender a sustentar nossos próprios demoninhos.
"choveu e a cidade virou o mar vermelho cerrado de luzes contrárias.", não sou de São Paulo mas me senti na cena. Muito bom.
ana querida, fiz fantasia de violência com vc aqui também.
❤️ ganhei o dia lendo vc e chegando pertinho da Francesca pelas tuas palavras. amo tanto vcs duas!
Que reflexão, que texto bonito e quanta poesia e gente mara nessas referências. ♥️♥️